Ela com aquele jeito firme e forte, que não se mostra ser frágil.
Decidida, valente, mas ao mesmo tempo uma moça doce que esta descobrindo a vida.
Um olhar inocente, que no fundo não trás tanta inocência ou trás, não sei.
A conheço pouco.
Ela é um poço de mistério.
Cabelos de lado, sorriso safado, olhar penetrador.
Face angelical, mas ao mesmo tempo de mal.
Mostra ser forte, mas é só uma forma de esconder a sua sensibilidade através daquele corpo que me passa proteção.
Lembro-me bem quando ela surgiu, só ainda não sei de onde e nem como.
Só sei que algo em mim a atraiu, algo nos ligou.
Talvez não seja uma perfeita conexão, porém ela me traz paz e algo me faz pensar que eu também trago paz a ela.
Ela é um vulcão e eu a larva, não somos o oposto, mas não estamos perto de ser sinônimo.
Ainda não é um sentimento solido, mas que bom, gosto das coisas suave.
Podemos ser futuramente a panela e a tampa. Mas que graça tem planejar.
Vamos viver o momento, os instantes, um dia de cada vez, sentimento por sentimento.
Não morreria sem você em minha vida, mas confesso que gostaria de estar com você ao fim dela. Pode ser dramático oque falei agora, mas que tal ficar e não ir embora.
Entra na minha dança, eu já percebi que sabe dançar e alias eu gostei muito.
Deixa-me te abraçar e assim ficar sem pensar na horas.
Deixa-me demostrar todo esse carinho que dentro de mim escondo.
Estava o guardando, economizando-o para alguém, mas se quiser pode usa-lo.
Ficarei feliz caso eu o use com você, será um desperdício valido, pelo menos será uma lembrança daquela moça de cabelos de lado, olhos brilhantes, de cor clara, das coxas e voz grossa que me encantaram.
Poema escrito por: Diana Alves

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